Soluções disruptivas capazes de reduzir o uso de plásticos, eliminar substâncias tóxicas, fazer mais com menos matéria-prima e, acima de tudo, que já estão disponíveis em prateleira, prontas para atender a diferentes segmentos do mercado.
Essas são inovações desenvolvidas pela NanoBrasil, startup brasileira prestes a completar cinco anos como o hub da nanotecnologia na América Latina, que solidifica agora uma nova fase, expandindo seu portfólio de soluções com ampla gama de opções de nanopartículas, para as mais diversas funcionalidades, se posicionando em posição ímpar e de destaque em um mercado de alta e distinta tecnologia.
Sediada no BH-TEC, o Parque Tecnológico de Belo Horizonte, a empresa ampliou o laboratório e formou uma equipe qualificada de cientistas e pesquisadores para desenvolver as soluções ideais para cada necessidade, do agro aos cosméticos.
Novo visual
A mudança marca uma nova fase não apenas estrutural, mas também de identidade. A empresa reformulou sua marca e logotipo para refletir o avanço tecnológico e a nova forma de atuação no mercado.
“A NanoBrasil mudou bastante ao longo desses últimos dois anos, quando a gente fez uma pivotada grande na nossa forma de atuar e evoluímos muito na forma de desenvolver pesquisa, soluções, utilizando a nanotecnologia”, conta Lúcio Coelho, um dos fundadores da empresa.
“E a gente percebeu que a nossa logo antiga não representava isso que a gente é hoje. Então, mudamos a logo para fazer com que ela traduzisse um pouco mais do que nós sentimos que somos hoje”, explica Lúcio.

O ícone da marca é uma representação visual que incorpora o “N” como parte de uma cadeia de ligação química. Combinando formas orgânicas e geométricas, reflete a essência da empresa que une nanotecnologia, inovação e sustentabilidade.
As linhas fluidas e precisas se entrelaçam como moléculas, simbolizando a integração entre a ciência e a natureza. O objetivo é capturar a visão da empresa de moldar um futuro sustentável através de soluções inovadoras e tecnológicas, destacando a importância da conexão entre o avanço científico e o respeito ambiental.
“A nova identidade visual veio para mostrar um novo momento da empresa, de lançamento de vários produtos inovadores, disruptivos, verdes, com políticas ESG que mostram o quanto a nanotecnologia é importante para o mercado, para o mundo e para o futuro”, diz Oscar Geigner, outro cofundador e diretor comercial da empresa.
Do material à solução pronta
A transformação da NanoBrasil não se limitou apenas à imagem. Originalmente, a empresa nasceu como representante no Brasil de uma produtora chilena de nanopartículas — capaz de fabricar uma ampla variedade de nanopartículas de forma escalável.
Porém, a equipe logo identificou um desafio: embora muitas empresas brasileiras demonstrassem interesse nos benefícios do universo nano, a grande maioria não conseguia incorporar as partículas em seus produtos por causa da complexidade técnica envolvida — seja na incorporação, na homogeneização ou na estabilização.
“Percebemos que precisávamos fazer mais do que vender nanopartículas, a gente precisava fazer esse trabalho dentro de casa. Desenvolver as soluções, incorporar as nanopartículas nas bases desses nossos clientes, sejam poliméricas, sejam à base de extratos vegetais, de águas, de tintas, resinas… para que a gente pudesse entregar uma solução pronta e facilitar o uso”, conta Lúcio.
Hoje, a NanoBrasil já oferece uma linha de produtos aplicados a setores que vão desde o agronegócio até a indústria de plásticos, construção civil, engenharia e embalagens — e avança para aumentar o volume da sua produção.
Meio ambiente em voga
Atualmente, o mercado internacional valoriza negócios que contribuem significativamente para a redução do impacto ambiental. Uma das metas da nova fase da NanoBrasil é mensurar quantitativamente o impacto positivo de seus produtos e serviços, um desafio que envolve toda a cadeia produtiva.
“Sabemos que todo o nosso processo ajuda nossos clientes a se enquadrarem nas políticas de ESG, desde a produção das nanopartículas. Ao desenvolver as soluções, incorporamos essas partículas em agentes ecológicos e não tóxicos, garantindo que o produto final também esteja em conformidade com as políticas ESG”, explica Lúcio.
Um exemplo prático dessa redução no impacto ambiental está no setor agrícola. Nas plantações, o uso tradicional de químicos envolve grandes volumes, já que as plantas não conseguem absorver todas as partículas – que são grandes -, o que causa perdas do próprio produto e consequente poluição no solo e na água.
Já com as nanopartículas, as plantas conseguem absorver os componentes de forma muito mais eficaz, reduzindo drasticamente a quantidade de químicos que são utilizados, dessa forma, sendo menos tóxico.
Mas o ganho vai além.
“Nosso objetivo é medir esse ganho ambiental desde o início, porque essa avaliação precisa começar na origem. Na produção das nanopartículas, é fundamental que a gente saiba de onde vem a matéria-prima, entender o processo de fabricação e acompanhar como isso pode reduzir o impacto ambiental. Por exemplo, usando materiais recicláveis como a casca de ovo (indústria circular). Só assim conseguiremos comprovar o quanto nossa solução realmente contribui para diminuir a poluição”, destaca.
O processo é complexo, mas essencial para não apenas oferecer produtos tecnológicos avançados, mas também agregar valor real em termos de sustentabilidade que se alinham às exigências cada vez maiores do mercado global.
O futuro – e presente – é nano
A nova fase da NanoBrasil já rende ganhos para gigantes de segmentos diversos, especialmente do agro. E trata-se apenas do início, já que os impactos positivos da nanotecnologia ainda são desconhecidos por grande parte das empresas e da indústria.
Além das soluções já desenvolvidas e comprovadamente eficazes e limpas, outras soluções estão em desenvolvimento pela NanoBrasil em distintas fases, com resultados preliminares motivadores. Para conhecer mais todas as possibilidades proporcionadas pelo mundo nano, acompanhe os canais da empresa e, se preferir, entre em contato conosco!


